hey people. :D
gott ando inspirada! *-* só espero receber muiitos comentários. na minha opinião a história está a melhorar agora, andei um bocadinho sem saber o que escrever mas agora tenho bastantes ideias.
enjoy. ;D
“Gostei,
os dois sozinhos… Ainda gostava de ver o que estavam a fazer.” brincou
Andrew batendo nas costas de Tom.
“Nada.” neguei de
imediato. Vi Georg olhar-me de lado, se o olhar matasse eu estaria morta.
“Mas é
para irmos ou não?” perguntou Georg mal humorado.
“Ui, estou
a ver que estamos de mau humor. Quem é que chateou o menino?” troçou
Andrew.
“Vai-te
foder Andrew.” foi esta a resposta de Georg. Andrew riu-se.
“Mas vamos
ou não? A noite espera por nós.” falou Beatrice com entusiasmo.
Bill pegou na sua mão, depositando-lhe um beijo nos lábios logo de
seguida. Beatrice dirigiu-se à porta saindo em primeiro lugar puxando Bill logo
se seguida, depois o resto foi saindo. Primeiro Georg, depois Gustav, Andrew,
Tom e por fim eu. Íamos a pé pois o bar para onde nos dirigíamos era pertíssimo
da casa dos gémeos.
“Emily
vais adorar aquele bar.” falava animada Beatrice.
“Eu já não
saía à seculos!” confessei-lhe.
“Então
prepara-te porque esta noite vais-te divertir a sério.” dava para
perceber que Beatrice adorava sair, adorava diversão.
“Hey
amor.” disse Bill antes de pegá-la e correr com ela ao colo, ambos riam pareciam
ser o casal mais feliz do mundo.
“E as
crianças divertem-se.” brincou Gustav.
“Eu também
me divertia, também…” barafustava Andrew ao lado de Tom.
“Eu cá
divirto-me várias vezes.” brincou Tom.
“Toda a
gente sabe disso…” ouvi Georg provocar.
“Acalma-te
lá. Qual é o teu problema agora? Ninguém te faz mal nenhum, tens mesmo que
ficar assim?” reagiu Tom calmamente.
“Eu estou
normal, não vejo porque estás a dizer isso.”
“Despachem-se!” gritava
Beatrice já mesmo à frente do bar e ainda bem que ela chamava por nós não
queria nada que os ânimos se exaltassem entre aqueles dois.
Apressámos o passo e entrámos todos juntos no bar. Havia pouca
gente, cerca de quinze pessoas que eram todas lá da escola. Procurei de
imediato Lia com o olhar mas não, ela não estava por perto.
“Vamos
pedir qualquer coisa para beber?” perguntou Gustav.
“Já? Eu
não vou beber já.” negou Beatrice.
“Qual é o
problema, nem pareces tu a falar…” disso Tom olhando-a pelo canto do
olho desconfiado com tal atitude.
“Estava a
brincar!” disse animada Beatrice.
Dirigiram-se todos a bar para fazer os pedidos mas como por
impulso peguei no braço de Georg impedindo-o de continuar. Ele olhou-me de uma
forma fria senti-me estremecer por dentro mas não ia voltar atrás.
“Precisamos
de falar.”
“Precisamos?” falava de
uma forma seca.
“Sabes bem
que sim.”
“Eu não
tenho nada para falar contigo Emily.”
“Que mal é
que te fiz, Georg?” de facto não entendia porque estava tão
estranho.
“Tu? Não
me fizeste nada.” o desprezo estava tão presente em cada coisa
que dizia.
“Pára!” pedi
olhando-o nos olhos.
Georg soltou uma gargalhada sarcástica e foi ter com os rapazes ao
bar. Tinha ficado ali sozinha a olhar para ele, não o reconhecia. Era certo que
não nos conhecíamos há muito tempo mas eu sabia que ele não era assim o Georg
que eu tinha conhecido era diferente. Acabei por ir sentar-me nos sofás à
espera deles, apetecia-me tudo menos beber alguma coisa. A minha noite estava
definitivamente estragada. Por mais que quisesse ignorar o que tinha vivido há
momentos não conseguia, na verdade ele tinha-me magoado.
“Não vais
beber nada?” perguntou-me Bill dando um gole na sua bebida logo de seguida.
“Não, eu
estou bem assim.” sorri-lhe, não iria dar parte fraca nem iria
ficar sozinha a um canto por causa de Georg.
“Tens a
certeza? Eu peço ao Tom que te traga ou então ao Georg, eles ainda não pediram.”
“Se eu
quiser alguma coisa depois vou lá, tenho tempo.” Bill baixou-se
colocando as mãos nos meus joelhos para ter equilíbrio.
“O que é
que ele tem?” perguntou referindo-se a Georg.
“Eu não
sei, ele não me disse nada.”
“Bill
estás-te a fazer à febra?” perguntou Gustav descaradamente.
“Olha ele
saídinho da casca.” constatou Bill piscando-me o olho.
“Que foi?”
perguntou
Gustav com o ar mais santo que conseguiu meter.
Bill e eu rimos. Que haveria eu de fazer senão rir? Rir era a única
solução perante as dificuldades que estava a ter. Beatrice aproximou-se com
Georg e Tom apareceu logo atrás com Andrew.
“Emily
vamos dançar.” disse-me Tom puxando-me pela mão para o meio das pessoas que
dançavam também.
“Dançar
não é o meu forte, aviso-te já Tom.” disse enquanto andava quase arrastada
por o rapaz de rastas.
A música que tocava há momentos atrás tinha terminado e seguiu-se
uma música bastante mais calma. Tom puxou o meu corpo contra o seu e rodeou a
minha cintura com os braços. Era estranho dançar com alguém como Tom não sabia
bem porquê talvez pelo facto de ele ter cara de quem nem sabia dançar aquele
tipo de música ou então mais possivelmente pelo facto de ele estar tão junto a
mim. Rodeei o seu pescoço com os meus braços e deixei-me guiar por ele.
“Vi-te à
pouco falar com o Georg.” comentou Tom bastante próximo do meu ouvido
fazendo-me arrepiar. “Contaste-lhe?”
“Achas
Tom? Não vês o estado em que ele está? Contar-lhe só iria piorar as coisas.”
“Então de
que estavas a falar com ele?”
“Eu tentei
falar com ele para ser mais precisa.”
“Não
conseguiste?”
“Não, ele não
tem nada para falar comigo.” aproveitei para dar uma olhadela nos sofás e
vi Georg olhar-me com aquele olhar frio que lhe era tão característico ultimamente.
“Olha para mim como se me quisesse matar
com o olhar.”
“Não podes
dar importância a isso, Emily. A única explicação para isto tudo é ele estar
com ciúmes.” achei aquela possibilidade a coisa mais estapafúrdia do mundo.
“Por favor
Tom.”
“Que tem? Parece
mesmo, que mais pode ser?”
“Vamos
esquecer este assunto sim? As coisas adem-se resolver.” queria esquecer
aquela hipótese posta por Tom, não queria mais pensar naquilo.
A música chegou ao fim pouco tempo depois daquela nossa conversa,
estava com sede então pedi a Tom que viesse comigo buscar algo para beber. Ele como
era óbvio acompanhou-me, Georg seguia-nos sempre com o olhar. Aquilo estava a
dar comigo em louca.
Voltámos para os sofás para nos sentarmos.
“Já
dançaram tudo?” perguntou Gustav animado.
“Sim por
agora sim.” disse Tom sorrindo.
“Então
Andrew, hoje está fraco não está?” perguntou-lhe Tom olhando à sua
volta, pelo que tinha percebido referia-se a raparigas.
“Levaste a
que eu tinha de olho.” brincou o loiro rindo-se, referia-se a mim.
“Muito
engraçadinho Andrew.” dei-lhe uma cotovelada na brincadeira.
Olhei para o lado espantando-me com uma rapariga que se aproximava
já bastante embriagada, como era possível? Eram dez horas mais coisa menos
coisa e já estava naquele estado.
“Hey ó
rapazinho.” falou dirigindo-se a Georg com um sorriso. “Não queres vir comigo ali ver umas coisas?” disse-lhe atirando-se
quase para cima dele.
Continua...
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