domingo, 12 de agosto de 2012

Imagine - Capítulo XXI

Publicada por AnnieFriday. à(s) 22:24 14 comentários
Olá.

peço desculpa pelo capítulo medíocre que acabei de postar mas ando completamente sem ideias. $: bem mesmo assim espero que gostem.



Capítulo XXI


“Filho da puta.” soltou Tom enraivecido mal Georg bateu a porta.
“Estás bem Tom?”

Tom levou a mão até junto ao lábio e depois olhou os dedos manchados do seu sangue.

“Estou, isto passa.”
“Tens que curar isso.” disse-lhe.
“Para quê Emily? Isto é uma coisa mínima daqui a uma hora nem se nota.”
“Desculpa Tom.” sentia um peso enorme dentro de mim, o peso da culpa era sem dúvida doloroso.

Tom olhou-me por momentos fixamente, sorrindo meigamente depois.

“Emily tu não tens a culpa de te teres metido com um perfeito idiota.”
“Mas vocês são amigos.”
“Somos? Notou-se o quanto amigo ele me considera. Amigos não fazem o que ele nos fez.”
“Em relação a mim ele apenas fez o que era certo, não o posso condenar.” baixei o olhar, no fundo eu merecia aquilo.
“Por favor Emily, nem voltes a dizer isso. Ele exagerou e nem te ouviu, a Lia  encheu-lhe a cabeça.
“Quem me dera saber de metade das coisas que ela lhe disse.” sentei-me.
“Ele só foi na conversa dela porque é parvo. Ele é que optou por acreditar naquela víbora.”
“Mas ela disse-lhe aquilo que eu nunca disse ela não lhe mentiu, já eu só fiz asneira.” insisti, fazia uma enorme força para conter as lágrimas que se formavam nos meus olhos.
“Não Emily.” começou Tom ajoelhando-se à minha frente. “Nem a Lia nem ninguém tinha o direito de fazer aquilo, tratava-se da tua vida e tu sabes que cada um tem a sua vida e não se deve meter na dos outros. E o que é que ela fez? Ameaçou-te enquanto podia e quando viu que não tinha hipóteses de te passar a perna, quando finalmente percebeu que tu eras melhor que ela optou pelo golpe mais fundo, desceu a um nível inundo e foi falar de coisas que não lhe dizem respeito. Ela não vale nada, nunca valeu! Não consigo entender como é que o Georg é capaz de dizer que eu tenho dor de cotovelo de não ter nada com ela, eu dou graças a Deus por não ter nenhuma ligação com ela.”
“Ela fez o que eu devia ter feito há muito tempo mesmo que esse não fosse o seu direito, mesmo que tenha envenenado o Georg contra mim, contra nós.” deixei cair o olhar até ao chão deixando escorregar uma lágrima.
“Pára Emily!” ordenou-me agarrando a minha face com as duas mãos e olhando-me nos olhos. “Chega de te culpares, tu não tiveste culpa!”
“Tive Tom! Eu menti-lhe!” respondi-lhe entre soluços.
“Pensa ao contrário, mete-te no lugar dele. Imagina que era o Georg quem te tinha mentido reagias como ele? Ele está cego! Ela fez-lhe a cabeça, ela queria-vos separar e conseguiu. Eu conheço o Georg há anos, desde miúdos e eu sei que ele era incapaz de dizer as coisas que disse, tenho certeza que ela disse-lhe as coisas que tu nem consegues imaginar. Emily, tu sabes que o facto de ele descobrir quem tu és já é doloroso para ele e agora imagina isso juntamente com outras mentiras.”
“Eu sei Tom, eu não duvido de uma única palavra que tu dizes mas que podemos nós fazer? Eu estou completamente sem chances, ele não me quer ver, tu ouviste tudo o que ele disse. Sinto cada vez mais que foi um erro vir para aqui só vim estragar a felicidade dos outros.” senti o corpo de Tom junto do meu abraçando-me com força logo que acabei de falar.
“Não digas isso nunca! Tu és uma amiga como nunca tive.” disse-me sem me largar.

Sorri, só mesmo Tom para me fazer sorrir quando sentia o meu coração espedaçado. Apertei-o com força, com toda a força que tinha e beijei a sua bochecha.

“Tão cabrão com umas e tão querido com outras.” brinquei, ouvi-o soltar uma gargalhada.
“Tu és diferente Emily, elas são apenas… Sei lá. Não tem comparação. És como uma irmã.” falou numa tentativa falhada de me explicar.
“Quem me dera Tom, se fosse tua irmã não tinha problemas agora.”

***

Tinha passado uma noite completamente em branco. Não podia negar que me magoava olhar para o telemóvel sem uma única chamada ou mensagem de Georg depois da quantidade de vezes que lhe tinha ligado depois de sair de casa dos Kaulitz. Nunca me atendeu. A pouca vontade que antes tinha de ir para escola tinha desaparecido por completo. Tomei banho e arranjei-me arrastando-me depois para mais um dia de aulas. O que me custava mesmo era ter que olhar para Georg. Com que cara iria olhar para ele? E a Lia? Sim, agora ela já estava satisfeita, já tinha estragado tudo, só esperava que não me voltasse a dirigir uma única palavra. Sentia vontade de lhe dar um soco a sério, sentia vontade de a humilhar em frente a todos, sentia vontade de fazer-lhe o mesmo que ela me tinha feito a mim: tirar-lhe a única coisa que ela tinha de bom. Às vezes dava por mim a olhar para o nada apenas me passavam pela cabeça pedaços do meu passado, de momentos passados a seu lado. Como era bom quando ele estava comigo, como me confortavam os seus braços mas agora, agora aquilo não passavam de memórias. Memórias.
Sentei-me no meu lugar habitual na aula de Matemática que antes era a seu lado, tanto naquela aula como em todas mas que agora era sozinha. Assim que vi Georg sentar-se ao lado de Lia sorrindo-lhe só tive tempo de abandonar a sala em passo apressado tentado que ninguém me visse chorar daquela maneira. Não, não ia ver aquilo, não aguentava. 

continua...

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Imagine - Capítulo XX

Publicada por AnnieFriday. à(s) 18:55 14 comentários

Olá finalmente. :D

eu sei, eu sei que não posto há muito tempo $: mas finalmente vim postar cá o capítulo vinte. (; espero que gostem. :D e já agora no final de tudo deixo o meu último desenho. ahaha uma tentativa falhada de desenhar o Bill *-* bem, apesar de ser falhada até considerei o desenho um obstáculo derrubado visto que nunca pensei fazer algo tão bonito mesmo estando ele imperfeito. ahaha

Capítulo XX

Eu não sabia o que dizer e muito menos o que fazer. Estava tudo estragado e agora já começava a sentir um vazio enorme dentro de mim. Tom mantinha-se atrás de Georg ainda perto da porta surpreendido com aquilo que se estava a passar.

“Tu tens que me ouvir Georg. Eu nunca fiz por mal.”
“Tu usaste-me.” disse friamente.
“Eu tentei contar-te tudo ontem antes… daquilo. Mas tu não deixaste, tu nem ouviste nada do que estava a dizer, e que podia fazer eu? Tu ias odiar-me mal soubesses de qualquer das maneiras.”
“Se me tivesses contado logo as coisas não tinham sido assim Emily.”
“Pois não! Nem te aproximarias mais de mim. E além disso eu no princípio nem sabia que tinhas tão má relação com a minha família, como podia eu adivinhar?” sentia as lágrimas formarem-se nos meus olhos. “Eu apenas não quis estragar a nossa amizade.”
“Mas estragaste! Não é com mentiras que se mantem o que quer que seja.”
“Tenta compreender-me, por favor. Tenta colocar-te na minha posição. A Lia ameaçou-me sempre que te contaria tudo e eu tentei sempre arranjar coragem mas eu não conseguia, doía demasiado pensar que as coisas iam ficar como estão agora! Eu tentei Georg mas tinha medo e eu não sou como a minha avó. Eu não tenho que pagar por coisas que eu não tenho culpa, eu não sou como ela, eu nem sequer estava cá quando tudo aquilo aconteceu! Eu era uma criança e tu também porquê que me julgas? Porquê que tenho que pagar pelo passado?” vi Georg ficar parado por segundos mas pouco depois virou-me as costas dirigindo-se à porta.
“Acabou Emily, eu não te quero ver à frente nunca mais.” falou quando se preparava para abrir a porta. 
“Georg ouve-me.” pedi agarrando o seu braço sem conseguir já conter as lágrimas.
“Eu não tenho mais nada para ouvir.”
“E ontem? E o que me disseste? Já não o sentes só porque eu pertenço à família que tu mais odeias? Isso muda tudo?”
“Tu não és quem mostraste ser, eu não te conheço.” as suas palavras eram pontadas no meu coração.
“Mas eu amo-te Georg, eu amo-te a sério.”
“E tu para mim foste um erro Emily, esquece tudo.” disse-me friamente soltando-se de mim.
“Não me podes pedir para te esquecer.”
“Tu não lhe podes fazer isto Georg.” falou Tom calmamente.
“Aposto que tu sabias de tudo desde o início!” Georg falava com ódio, apostava que Lia lhe tinha enchido os ouvidos tanto com verdades como com mentiras.
“Não te metas Tom.” pedi-lhe, sabia perfeitamente que se ele se metia naquela discussão iria sobrar também para ele e eu não queria estragar a amizade deles mas Tom ignorou-me.
“Sim Georg, eu sabia. Mas eu apoiei a Emily, nunca pensei que reagisses assim tão mal ainda por cima agora que a conheces. Tu sabes que ela não é como a avó porquê que a estás a massacrar com estas histórias? É tudo passado! Apaga a merda do passado Georg!”
“Trata da tua vida Tom que eu sem bem como tratar da minha. E vai à merda! És um falso tal e qual como a Emily!” o chão fugia-me de baixo dos pés sim, agora era o fim.
“Georg vamos conversar com calma, vamos a qualquer lado e conversamos. Aposto que a Lia não te contou apenas a verdade.” pedi apesar de saber que ele ia negar ao meu pedido.
“Não! Tens o Tom aí para te ajudar em tudo. Se calhar a Lia tinha razão quando disse que andavas com os dois.” soltou uma gargalhada sarcástica.
“Ei nunca se passou nada entre mim e a Emily meu!” defendeu Tom.
“Sim claro Tom, sabem que mais? Eu percebi agora, percebi agora que afinal não tenho amigos e que talvez a Lia no meio disto tudo seja a minha única amiga.” questionava-me como era ele capaz de dizer uma coisa daquelas.
“A Lia? Por favor Georg poupa-me!” pediu Tom ficando exaltado.
“Não me digas que isso é tudo dor de cotovelo por nunca teres conseguido nada com ela, tens Emily fica com ela! Sabes que mais? Estão óptimos um para o outro.”
“Pensa antes de falar, as pessoas normais fazem isso!”
“Quem és tu para me dizer isso? Não tens moral nenhuma para falar, só queres comer a Emily como fazes com todas!”
“Vai-te foder Georg!” os ânimos estavam a ficar exaltados e se aquilo continuava assim ia acabar ainda pior.
“Tu não vales nada Tom.” soltou Georg.
“Quem não vale nada és tu, nem sabes distinguir os teus amigos dos teus inimigos.” continuou Tom.
“Enganaste! Agora sim aprendi a distinguir os meus amigos dos meus inimigos. E tu seu, seu atrasado mental, tu não pertences aos meus amigos!”
“Tu não me falas assim caralho!” apenas vi Tom dar um soco na cara de Georg e depressa envolveram-se os dois numa enorme confusão.
“Parem.” pedi metendo-me no meio deles.

Sentia-me a sufocar com aquela situação toda, odiava ver confusões. Depois de muito insistir com eles para que parassem e de quase implorar que se soltassem ambos acalmaram-se mas era inevitável não tomar atenção aos seus olhares de fúria, sentia-me tão culpada. Não achava necessária aquela confusão toda, não por minha causa. Georg abandonou aquela casa onde antes tínhamos passado bons momentos todos juntos batendo a porta com força. Como era possível? Éramos como que uma família.
 Continua...







isto é a minha obra de arte. ahahha

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Imagine - Capítulo XIX

Publicada por AnnieFriday. à(s) 19:52 18 comentários

olá pessoas

peço desculpa pelo capítulo secante que vão ler mas mesmo assim espero que gostem. $: 


Capítulo XIX

Acabei por adormecer agarrada a Georg enquanto brincava com uma mecha do seu cabelo.

***

“Bom dia Emily.” ouvi-o dizer mal acordei.
“Bom dia Georg.” sorri. Ele não perdeu tempo e beijou-me.

Ficámos naquilo durante algum tempo e só depois é que me apercebi que já era tarde e que já devia estar em casa. Vesti-me sempre sobre o olhar atento dele que permanecia na cama sentado.


“Bem, tenho que ir.” avisei assim que já estava vestida.

Aproximei-me dele para sentir os seus lábios mais uma vez antes de o deixar. Ele beijou-me e abraçou-me de seguida apertando-me com força.

“Vai lá e não te esqueças de mim ó tótó, eu amo-te.” brincou.
“Sabes bem que eu também.” disse-lhe beijando-o na pontinha do nariz.   

Acabei por sair de casa de Georg, por vezes sentia-me sorrir sozinha. A verdade era apenas uma: eu estava feliz, estava muito feliz afinal de contas amava-o e estar assim com ele era o que mais queria mas os problemas persistiam e eu já não sabia o que fazer. Quando cheguei casa vi o carro do meu pai estacionado em frente ao portão.

“Emily ainda bem que chegaste. Deixei à Glória uma coisas para ti filha. Vou agora a casa do Adam. Gostava de poder ficar contigo mais tempo mas estou mesmo ocupado e tenho que estar às quatro em Berlim.” falou o meu pai encontrando-se comigo no jardim. Nem sequer me tinha cumprimentado como normalmente os pais fazem com os filhos, bem mas na verdade já estava habituada.
“Ok pai.” foi a única coisa que lhe respondi mas tinha quase certeza que ele nem isso tinha ouvido pois já se encontrava em andamento até ao carro quando falei.

Encolhi os ombros amava o pai presente que eu tinha. Mal entrei em casa, a Glória fez questão de me avisar da presença do meu pai.

“Eu sei, eu cruzei-me com ele.” respondi-lhe.
“E onde é que a menina passou a noite? Deixou-me preocupada.”
“Eu fiquei em casa de uma amiga lá da escola, não te preocupes.”
“Ao menos isso ainda me passou pela cabeça que lhe tinham feito algum mal. Não tem fome? Eu faço-lhe umas torradas, é um instante.”
“Não Glória, não é preciso. Eu comi pelo caminho.”
“Pronto, está bem. As coisas que o seu pai deixou estão ai em cima da mesa da sala de estar.” avisou-me.

Ainda queria ver as coisas que o meu pai me tinha trazido, é certo que preferia não ter uns pais ausentes em vez de ter aqueles presentes todos mas visto a situação em que estava, já que praticamente não tinha pais ao menos que tivesse alguns bens materiais. Existia um envelope em cima da mesa, levei-o até ao meu quatro. Dinheiro, mais precisamente dois mil e trezentos euros e depois tinha ainda mais um bilhete escrito pela minha mãe.

Emily,

Espero que estejas a adaptar-te bem ai a Halle. O teu pai e eu depositámos mais uma quantia na tua conta. Quando poder faço-te uma visita, a mãe anda muito ocupada tu sabes disso.
Beijinhos.  

“Que coisa mais medíocre.” soltei para mim mesma.

Para dizer o que tinha dito a minha mãe evitava de se ter dado ao trabalho de gastar uma folha de papel, era a coisa mais estúpida à face da Terra e só o tinha feito para não dizer que não se preocupou comigo. Dinheiro era coisa que não me faltava eu sempre fora bastante poupada, comprava roupa, sapatos e todas essas coisas que são indispensáveis a uma adolescente mas nunca tinha sido do tipo de rapariga que cometia loucuras quando tinha dinheiro na mão. Arrumei tudo aquilo numa gaveta e depois ouvi o meu telemóvel vibrar.
“Ouvi dizer que passaste a noite fora Emily, quero saber tudo. ahaha às quatro e meia cá em casa e já agora o Georg também vem. Küss” era Tom.

***

“Emily!” saudou-me Tom ao abrir a porta.
“Isso é tudo saudades?” brinquei.
“Não, é mesmo vontade de saber novidades.” respondeu-me de imediato.

Que rapaz mais directo. Soltei uma gargalhada e acabei por o puxar até ao sofá onde nos sentámos e eu contei-lhe muito por alto o que se tinha passado na noite anterior.

“WOW! Mas isso é óptimo Emily.” disse-me boquiaberto.
“Eu sei Tom, estou bastante feliz.”
“E acabaste por não lhe contar, isso é que é mau.”
“Eu estou a tentar arranjar uma boa oportunidade para lhe contar.” falei confiante.

A campainha tocou e Tom correu a abrir a porta. Georg entrou disparado parecia furioso.

“Ainda bem que te encontro Emily! A Lia disse-me umas coisas.” disse-me friamente.
“A Lia? O quê que ela te disse Georg?”
“Quem é que tu és afinal? Conta-me de uma vez por todas Emily e eu desta vez quero a verdade! Chega de mentiras!”

Continua...

terça-feira, 31 de julho de 2012

Imagine - Capítulo XVIII

Publicada por AnnieFriday. à(s) 02:11 14 comentários

olá a todas. :D
deixo-vos aqui mais um capítulo, é mais pequeno que o normal mas acho que o conteúdo compensa. :b
espero que gostem. (;

Capítulo XVIII

“Vês Georg? Eu estava aqui quieta no meu cantinho e ela meteu-se comigo!” queixava-se Lia.
“Ai Lia pára com as tuas cenas. Porquê que não contas ao Georg o verdadeiro porquê de teres tomado esse pequeno banho?”
“Eu? Eu não sei de nada. Tu chegaste aqui e fizeste-me isto. Por favor Georg, tens que acreditar em mim.” Georg ouvia a nossa conversa ainda com aquele ar surpreendido.
“E que motivos tinha eu para acreditar em ti?” falou por fim.
“Tu conheces-me.” respondeu-lhe Lia de imediato.
Tenho pena de ti por conheceres tal coisa.” exclamei para Georg.
“Cala-te sua cobra, sua falsa!” acusou-me Lia já descontrolada.
“Ei ei ei! Acabou aqui tudo, chega Lia e não voltas a falar assim com a Emily.” tinha que confessar que estava a adorar ver Georg repreende-la.
“Conta-lhe Emily! Conta-lhe quem és. Vais adorar saber Georg.” provocou Lia.

O meu coração começou a ficar a aflito novamente, sim tinha que fazer alguma coisa para que aquilo não acabasse em desastre. Ele iria saber de tudo mas não seria através de outros, ia ser eu mesma a contar-lhe tudo e era ainda naquele dia. Agarrei a mão de Georg puxando-o para fora da confusão, queria ir para um sítio calmo.

“Para onde é que vamos?” ouvia-o perguntar enquanto saíamos do recinto do baile.

Fomos depois até ao jardim onde antes nos tínhamos encontrado, sabia que ia destruir a nossa amizade mas aquela mentira ia acabar.

“O que é que se passa Emily?” perguntou-me preocupado.
“Precisamos de falar Georg.” disse mal me sentei num banco.

Georg sentou-se a meu lado fitando-me com o olhar, com aqueles seus olhos verdes. Ali estávamos nós, sozinhos apenas com a claridade dos candeeiros do jardim, a música do baile fazia-se ouvir.

“Bem…” comecei por falar, não sabia como começar aquela dolorosa conversa. “Georg, tu sabes que és muito especial para mim, foste o meu grande pilar quando eu entrei nesta escola. Se não existisses tu eu não sei se gostava tanto disto como gosto hoje. És um óptimo amigo. E talvez por seres tão especial eu acho que não tenho o direito de te esconder algumas coisas sobre mim.” engoli a seco aquilo custava-me tanto, ele olhava-me fixamente mas parecia não estar naquele planeta, parecia estar a milhas dali mas mesmo assim prossegui. “Há muito tempo que te quero dizer isto mas eu não sabia como fazê-lo, custa-me tanto que não o saibas mas tenho vergonha, tenho tanta vergonha e sei que isto vai estragar a nossa amizade. Georg desculpa mas eu não sou quem tu querias que eu fosse e eu sei...” ele pousou o seu dedo indicador nos meus lábios fazendo-me parar e sorriu.

Estava confusa e sem saber se devia prosseguir ou se deveria ficar por ali. Senti a sua respiração quente misturar-se com a minha, ele estava ali mesmo junto a mim, muito próximo. Georg aproximava cada vez mais os seus lábios dos meus e olhava-me fixamente. Gott como os seus olhos eram lindos, sentia que me ia perder naquele verde a qualquer momento. Os seus lábios tocaram nos meus suavemente e senti a sua língua tocar na minha. Não, não ia parar aquilo iria apenas continuar. As nossas línguas dançaram durante minutos sempre com aquele sentimento que eu considerava estranho à mistura e pouco depois os nossos lábios separaram-se. Ele sorria, não que se visse mas notava-se que sorria não por fora mas por dentro.

“Georg o que é que…” ele beijou-me novamente sempre com a mesma delicadeza e intensidade.

Ele não parava, na realidade nenhum de nós queria parar com aquilo e eu sentia-me a perder o controlo. A sua respiração era ofegante e as suas mãos estavam descontroladas e as minhas, bem eu tentava mas não conseguia acabar com aquilo. Os seus lábios beijavam-me o pescoço com minucia fazendo-me ficar arrepiada. Estávamos completamente fora do controlo, os dois.

“Vem comigo.” pediu-me levantando-se logo de seguida, segurando a minha mão.

Não respondi, simplesmente levantei-me e beijei-o umas tantas vezes seguidas antes de o seguir. Não sabia para onde íamos mas também não sentia necessidade de perguntar, com ele eu sentia-me segura estivesse onde estivesse. Caminhámos durante cerca de cinco minutos e depois entrámos num prédio que eu supunha ser o prédio onde ele morava. Subimos as escadas sempre trocando beijos e sorrisos, sentia-me tão bem. Parecia que aquilo tudo entre nós acontecia com naturalidade, como se fosse algo já normal. Georg abriu a porta, eu sabia que estávamos sozinhos pois os seus pais estavam a passar o fim-de-semana em casa dos seus avós. Mal entrei Georg fechou a porta atrás de nós e empurrou-me contra ela juntando os nossos corpos enquanto me beijava o pescoço. Desfiz-me da sua camisola em pouco tempo e podia agora sentir o seu peito bem definido. Deixava-me louca ver aquele rapaz assim. Senti as suas mãos desapertarem o fecho do meu vestido fazendo-o pouco depois cair no chão. Georg agarrou-me pelos quadris direccionando-nos até ao seu quarto atirando-me para cima da cama e colocando-se em cima de mim sem parar de me beijar os lábios, o peito e depois o pescoço.

“Agora és finalmente minha.” sussurrou ao meu ouvido fazendo-me sorrir.

Beijei o seu pescoço e de seguida arranjei maneira de me ver livre das suas calças, sim aquilo era sem dúvida estranho, não era assim que a conversa deveria ter acabado, no fundo tudo continuava igual, a mentira permanecia pois ele não tinha ouvido uma única palavra minha mas não queria pensar nisso iria apenas disfrutar daquele momento. Desfizemo-nos em pouco tempo das roupas que nos restavam e Georg voltou para cima de mim sempre sorrindo. Abriu a gaveta da mesinha de cabeceira e tirou de lá um preservativo que colocou entrando depois em mim fazendo-me gemer baixinho. Sentia-o entrar e sair deixando sempre aquela maravilhosa sensação de prazer que nos fazia gemer um pelo outro. Os nossos corpos pediam mais, nós queríamos-mos cada vez mais um ao outro. Aquilo era muito mais que sexo, era entrega, era amor. Os beijos abafaram os gemidos até ao fim, até atingirmos o nosso auge. Georg deixou-se cair em cima do meu peito, exausto aconchegando-se melhor depois a meu lado abraçando-me.

“Amo-te Emily.” sussurrou-me ele sorrindo.
“Eu também Georg.”

continua...

domingo, 29 de julho de 2012

Imagine - Capítulo XVII

Publicada por AnnieFriday. à(s) 22:38 14 comentários
hallo. :)

deixo-vos mais um capítulo da fic *-* espero que gostei porque o próximo vai ser forte! ahaha queria desde já agradecer à Beatriz Roberto, à Beatriz Galinha, à Marisa, à Andreia e à Tânia Listing por serem tão presentes. *-* (e também à Vanessa que de vez em quanto passa por aqui :D ) ajudam bastante! sei que existem mais pessoas a ler mas não comentam, podiam começar a comentar de vez em quanto. ;) eu agradeço e respondo sempre a todos os comentários. :D

Enjoy. :D



Capítulo XVII

“Emily, finalmente!” exclamou Georg mal me viu aparecer no parque. “Gott estás… Bem, nem tenho palavras.” falou enquanto me olhava de alto a baixo, confesso que aquilo não me deixava muito à vontade.

Georg vestia um smoking preto que lhe dava um ar muito formal e importante. Não pude evitar de rir, não de troça mas sim porque era demasiado esquisito vê-lo assim.

“Vá, goza Emily, estás à vontade.” vi-o ficar um pouco triste. Doía-me o coração ao ver aquele seu sorriso maravilhoso desvanecer e dar lugar à tristeza.
“Oh Georg eu não estou a gozar contigo, deixa-me que te diga que ficas bastante sexy!” disse-lhe enquanto sorria atrevidamente.
“Estás-te a fazer aqui à brasa?” brincou.
“Isso querias tu.” provoquei.

Não obtive resposta apenas o vi passar a língua pelos lábios numa tentativa falhada de ser sensual. Acabámos ambos por nos rir que nem uns perdidos. Era sempre assim, quando estávamos juntos passávamos a vida a rir. O baile já tinha começado há algum tempo então decidimos ir indo até à escola onde Gustav e Andrew nos esperavam juntamente com as suas companheiras. Todos muito formais tal como Georg e as suas companheiras estavam bonitas mas muito mais arranjadas que eu. Eu sabia que estava simples mas sentia-me bem assim e segundo Georg eu estava muito bem.

“Vamos ver a Lia.” informou-me Georg enquanto caminhávamos atrás do restante grupo .
“Já estava à espera.”
“Desculpa, é tudo por minha causa.” pediu-me.
“Vamos esquecer Georg! A noite hoje vai ser de arromba e ninguém a vai estragar.” pisquei-lhe o olho e ele sorriu-me.

Quando entrámos no pavilhão onde estava a decorrer o baile ambos procurámos Lia com o olhar mas nem sinal dela. Aquilo nem parecia a escola onde costumávamos ter aulas dia após dia, estava diferente muito diferente até.

“Anda Emily, vamos tirar uma foto!” exclamou Georg puxando-me logo de seguida até ao pequeno espaço dedicado às fotografias.
“Adoras ser o centro das atenções.” brinquei enquanto nos preparávamos para o flash das máquinas.
“Oh só quando estou acompanhado por uma boa rapariga, tenho que mostrar quem manda.” disse num tom bastante tarado.
“Parvo!” dei-lhe uma cotovelada, só sabia dizer porcaria aquele Georg.

Tirámos então a tão desejada fotografia que por acaso nem ficou muito mal e depois dirigimo-nos até à mesa onde os rapazes se encontravam. Gustav estava sozinho, aquele seu par era apenas um par e não sua namorada muito pelo contrário, a rapariga era sua prima. Andrew, bem esse estava bem entretido com a rapariga que trouxera consigo.

“Aleluia!” quase gritou Gustav quando chegámos, já farto de fazer de “vela”.
“Estou a ver que chegámos numa bela altura.” brinquei.
“Ainda bem que me tiraram deste tédio!” barafustou.
“Eu vou buscar bebidas, isto sem bebidas não tem graça.” falou Georg sorrindo.
“Para mim traz o costume.” pediu Gustav.
“E para mim traz uma coca-cola.” tanto Georg como Gustav soltaram uma gargalhada.
“Coca-cola Emily?” questionou Georg boquiaberto.
“Sim Georg, coca-cola. Limita-te a trazer o que te digo!” ordenei-lhe, ele riu-se e gesticulou como que a dizer “pronto, pronto como queiras”.

Georg afastou-se na direcção do bar, não queria começar já com bebidas alcoólicas ainda era cedo e não queria ficar bêbeda logo no início da festa. Não queria ser como a rapariga com quem o Georg tinha ido para a cama naquela sexta-feira. Sim, ele tinha mesmo feito isso com ela. Enfim, coisas que eram preferíveis esquecer. Vi Georg fazer gestos para que o fosse ajudar com as bebidas fui até perto dele e trouxe o meu copo enquanto Georg ficou no bar para pagar.

“Emily então estás a gostar do baile?” falou Lia mesmo à minha frente.

Juro que não sabia de onde tinha ela aparecido, vestia um vestido verde-escuro muito trabalhado, muito maquilhada e com uns sapatos altos enormes que eu odiava. Estava bonita no geral mas ao mesmo tempo não estava nada de especial, na minha opinião poderia estar muito melhor, estava exagerada.

“Estava muito melhor antes de te ver.” soltei uma gargalhada sarcástica.
“Tu deves achar que és a rainha do mundo para me falares assim.”
“Gott Lia, eu limito-me a ser sincera. A tua presença dá-me náuseas.”  
“Eu entendo que seja horrível para ti ver-me quase todos os dias Emily, ninguém gosta de ver alguém muito melhor que nós mesmos.” revirei os olhos.
“Sim claro, se as coisas fossem assim como dizes tu eras bem mais feliz, acredita. Se fosses assim tão boa não estavas agora sozinha. Quero eu dizer, sem namorado… Sem o Georg, se é que me entendes.” não pude deixar de mostrar o gozo que me dava dizer-lhe aquelas coisas e sorrir sempre em cada segundo.
“Oh pois é já me esquecia do quanto és boa!” soltou uma gargalhada, coisa boa não vinha ai eu sabia disso. “És tão boa que tanto o Georg como o Tom te servem. Confessa-me lá como é andar com os dois ao mesmo tempo.”

Não, aquilo para mim tinha chegado ao limite. Nem tive tempo de pensar duas vezes, despejei a minha bebida para cima dela, bem para cima do seu vestido e do seu peito, agora quem é que mandava? Olhei o seu vestido e depois a sua cara de horror e ri, ri como se não houvesse amanhã. Tinha ficado mesmo aliviada, sentia-me tão bem!

“Emily isto não vai ficar assim sua cabra!” gritou histérica Lia.
“Ah podes crer que não, se me voltas a chatear vais ficar muito mais molhada!” falei por entre risos.
“O que é que se passa aqui?” perguntou Georg ao nosso lado, surpreendido.

Não sabia o que pensar, não sabia se ele estava surpreendido ou se estava furioso, de uma coisa tinha certeza, a Lia não ia ficar quieta.

Continua...

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Imagine - Capítulo XVI

Publicada por AnnieFriday. à(s) 23:13 14 comentários

olá. :D

eu sei que já não posto há muito tempo mas prometo que vou começar a vir postar mais vezes. :$ deixo-vos aqui mais um capítulo, o capítulo dezasseis. eu espero que gostem. :D é verdade este capítulo tem hiperligações na roupa da Emily (again), o vestido é só para dar uma ideia o resto imaginam vocês. É normal que vocês não gostem do vestido mas eu gostei. :b

beijinhos para todas. :D


Capítulo XVI

Fiquei parada um pouco pensando nos prós e nos contras de ir ao Baile de Primavera. A minha ideia desde início era fica em casa, nada me puxava muito para aqueles ambientes, eram coisas que não tinham muito a ver comigo.

“Apanhaste-me de surpresa, eu nem sabia que tu ias a essas coisas.” disse por fim sorrindo.
“Vou porque é divertido Emily. Todos os anos vamos todos juntos ao baile e eu ainda não tenho par.” falou um bocadinho embaraçado.
“Então agora já tens.” disse com um enorme sorriso na cara.
“Obrigado Emily!” respondeu-me sorrindo também.

Vi os seus olhos encherem-se de brilho, ele tinha ficado feliz por eu ter aceite o seu convite e eu confesso que também estava feliz por ele me ter convidado. Só pensava em roupa nos minutos seguintes a dar a resposta, no vestido que teria que levar. Nunca fora rapariga de ter coisas muito formais no armário da roupa, era bastante prática e simples no que vestia e agora via-me obrigada a usar uma coisa muito mais elaborada.
O Baile de Primavera era dentro de dias, tinha mais ou menos uma semana para tratar de tudo e já sabia a quem pedir ajuda para escolher o meu magnifico vestido, Bill claro.

***
Passaram dois dias desde o pedido de Georg. Tinha combinado encontrar-me com Bill no Centro Comercial para escolher o que vestir no baile.

“Desculpa fazer-te esperar tanto.” ouvi Bill atrás de mim.
“Estou aqui há pouco tempo, descansa.” ele sorriu-me.
“Preparada?” ele sabia que aquilo ia ser uma tarefa complicada para mim.

Começámos a passear olhando uma e outra loja que nos parecia mais interessante, eu já tinha estipulado que não queria nada muito formal, queria um vestido normal sem muitas cerimónias, afinal de contas tinha que me sentir bem dentro dele a noite toda. Vimos de tudo, desde o mais simples vestido ao mais complexo e berrante. Haviam alguns que me deixavam completamente boquiaberta quando Bill lhes pegava e perguntava “Que tal este Emily?” muitas das vezes sentia-me tentada a dizer que sim mas tinha perfeita noção que não ia ficar confortável e que ia dar demasiado nas vistas com ele vestido. Saímos e entrámos em várias lojas sem nada nas mãos mas não perdia a esperança de encontrar alguma coisa que servisse na perfeição.  Bill tinha andado todo o tempo a falar de uma loja que dizia ter a certeza que tinha alguma coisa que me agradasse pois segundo ele tudo dentro dela era “a minha cara”.

“Pronto Bill vamos lá ver essa tal loja.” ele sorriu-me, sorriu-me com aquele seu sorriso de criança feliz e puxou-me até lá.

Ele tinha razão, aquela loja fazia-me sentir no meu mundo. Sentia vontade de levar tudo comigo, parei por momentos olhando tudo à minha volta.

“Emily olha!” disse-me aproximando-se com um vestido preto.
“É perfeito Bill.” disse-lhe quase correndo para ver o vestido mais de perto.

Acabei por levar aquele vestido e muito mais coisas, queria levar tudo. Bill acabou por comprar algumas coisas na secção masculina e saímos os dois daquela loja com o sorriso mais feliz do mundo estampado na cara. Sentia-me bem sempre que fazia compras.

***
Era sábado à noite, dia do Baile de Primavera. Georg já me tinha ligado pelo menos seis vezes com medo que eu não aparecesse. Os Kaulitz não iam porque tinham um jantar de família então só ia o restante grupo com o seu par. Tom tinha passado a tarde comigo e tinha desejado boa sorte para o baile acho que com ele lá ia ser tudo mais simples como sempre era quando ele estava por perto.
Respirei fundo e comecei a meter as roupas que ia vestir em cima da cama indo depois até à casa de banho. Tirei a roupa e entrei na banheira, a água quente a bater-me nas costas fazia-me relaxar precisava daquilo porque afinal de contas o meus problemas persistiam. Nos últimos tempos nem tinha dado muita importância àquilo que ainda escondia de quase todos, andava mais entretida mas não me podia esquecer que ainda estava tudo por resolver e que por muito bem que estivesse com Georg naquele momento quando ele descobrisse o pesadelo voltaria. Acabei por tomar banho em pouco tempo, enrolei uma toalha à volta do corpo e fui até ao quarto onde o meu telemóvel tocava.

“Belo timing” pensei, se Georg tivesse ligado minutos antes não me apanharia. “Sim?” falei assim que atendi.
“Emily já estás pronta?” não pude evitar rir.
“Outra vez Georg? Ainda não, ainda só me vou vestir agora.” ele estava sem dúvida impaciente.
“Precisas de ajuda?” brincou do outro lado com um tom perverso.
“É uma proposta bastante tentadora mas não Georg, não preciso.” ambos rimos.
“Precisas que te vá buscar a casa?” engoli em seco.
“Ahm… Não Georg deixa estar. Eu encontro-me contigo no jardim ao lado da escola pode ser?”
“Está bem. Vai lá, despacha-te, estou ansioso para te ver porque….” ele calou-se se imediato como se tivesse dito algo que não queria dizer. Instalou-se um silêncio estranho na nossa conversa. “Porque o Bill disse que ficas bem com o vestido.” acabou por dizer, desculpando-se.
“Está bem. Até já. Beijinhos.”
“Beijinhos.” disse-me desligando.

Mandei o telemóvel para cima da cama. Limpei-me à toalha e comecei depois a vestir-me. O vestido assentava-me na perfeição, ficava-me a cima do joelho e mostrava as minhas pernas que estavam bronzeadas, sentia-me bem ao ver a minha imagem reflectida no espelho não pude evitar sorrir sozinha. Calcei os sapatos de salto alto que tinha comprado, muito simples e também eles negros. Fui até à casa de banho maquilhar-me, uma coisa simples como sempre, um pouco de lápis preto, rímel e nos lábios um batom suave que pouco se notava. Decidi deixar o meu cabelo ao natural ficando ondulado nas pontas. Sentia-me uma princesa digamos de passagem, era estranho ver-me assim mas nem ficava mal de todo. Peguei na mala e guardei o telemóvel dentro dela descendo depois as escadas, saí de casa seguindo caminho para o jardim onde tinha combinado com Georg.
Uma coisa era certa: a noite ainda agora estava a começar.

continua...

quarta-feira, 25 de julho de 2012

TAG # Tânia Listing

Publicada por AnnieFriday. à(s) 22:00 2 comentários
Bem, a Tânia passou-me isto e eu vou fazer o que me mandam. ahah


TAG#


#Tag passada pela Tânia Listing

Se receberem a #Tag, deverão respeitar estas regras:

- Escrever 11 coisas (aleatórias) sobre ti;

- Responder às 11 perguntas que a Pessoa mandou e criar 11 perguntas para as pessoas a quem vais mandar;

- Escolher 11 pessoas para repassar e colocar os links dos seus respectivos blogs; (como não tenho blogues para quem mandar vou ficar quieta e limitar-me a responder ahaha)
- Avisar no blog de quem o mandou;

- Não retornes para mim;

- Posta as regras.


Onze coisas (aleatórias) sobre mim:

1- Adoro o Verão;

2- O meu filme favorito é o Madagáscar;

3- Adoro filmes de terror mas não sou capaz de os ver sozinha à noite;

4- Quero e vou aprender a falar Alemão como uma pessoa normal;

5- Adoro joaninhas;

6- Estou no décimo primeiro ano do curso de Artes Visuais;

7- Há certas alturas em que quero matar o meu irmão;

8- Sorriu para o telemóvel quando leio algumas mensagens; 

9- Sou daquelas pessoas que quando estão na escola desejam férias e depois quando estão de férias desejam escola;

10- Quando me passo grito até me doer a garganta;

11- Acho graça às pessoas que falam mal dos Tokio Hotel quando na verdade só conhecem uma música deles ou nem isso.



As perguntas da Tânia:


-Destas três coisas escolhe uma (Moda/Beleza/Música)

Música apesar de me interessar bastante pelas restantes opções.

-Que gostas de fazer nos teus tempos livres?

Passear, estar no computador, desenhar, etc.

-Como seria a tua vida, se pudesses escolher?

Manteria a minha vida como está, sou feliz assim. Apenas gostava de ter mais liberdade e se possível conhecer os TH e ser a amiga fofa deles ahaha 


-O que é mais importante na tua vida?

Os meus amigos, a minha família, comida, etc.

-Acreditas no amor à primeira vista?

Não. Acredito no interesse agora no amor não.

-Amas alguém? És correspondida?

Sim e sim.

-Que música diz mais de ti, e da tua vida?

Nenhuma. ahaha Sei lá, acho que não existe nenhuma que eu ache que tem tudo a ver comigo mas existem músicas que eu simplesmente gosto imenso como é o caso da música Strange dos Tokio Hotel e da Kerli (não, não gosto só de Tokio Hotel mas esta música é uma das minhas favoritas ahahah )

-Tens algum ídolo?

Sim, tenho vários. :b  mas os que interessam agora são os gémeos Kaulitz.  


-Já te declaraste a alguém?

Sim. ihihih


-Quem é a pessoa mais importante na tua vida?

Vou meter a minha família de lado para responder a esta pergunta. A pessoa mais importante é sem dúvida alguma o Guilherme.

-Em relação à pergunta anterior, eras capaz de fazer qualquer coisa por essa pessoa?

Sim obviamente.

 

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