hello.
demorou mas foi. supostamente já era para ter cá vindo postar ontem à noite mas não tive tempo para escrever mais um capítulo. mas pronto, hoje consegui. aqui está o quarto capítulo da fic Imagine. os capítulos não são muito grandes, eu sei mas vou tentar começar a fazer capítulos maiores. x)
beijinhos, espero que gostem. 

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“Desculpa!” pediu-me
de imediato.
“Não
tem mal…” disse enquanto saia da sua frente continuando a caminhar na
direcção da sala. “Julguei que não te
iria ver mais hoje, como não estavas na aula de Alemão…” disse. Ele sorriu.
“Eu
não tenho Alemão este ano.” primeiro confesso que fiquei confusa com
aquela afirmação mas depois que finalmente o meu cérebro processou a informação
que me tinha sido dada não deixei de evitar de ir com a mão à testa e pensar «és tão burra Emily!». Ele fitava-me
com um ar engraçado sempre sorrindo. “Já
chegaste lá?“ perguntou-me mandando uma gargalhada, não pude evitar corar
um pouco.
“Sim,
já cheguei lá.” disse enquanto me sentava no banco e pousava as minhas coisas ao
meu lado. Ela ficou de pé a olhar-me. “Se
eu estou certa, tu estás a repetir o décimo primeiro ano certo?”
“Sim,
certo.” Olhei-o de lado, como era possível um rapaz que tirava tantos
apontamentos nas aulas e se mostrava tão concentrado ter reprovado um ano?
“O
que é?” inquiriu ele espantando. “Tive
problemas com algumas matérias de Matemática e de Físico-química. Bem, é certo
que ainda hoje não sou bom a Matemática mas sempre tenho positiva e a Físico-química
já alinho melhor com aquilo. Podia ter continuado e deixado as disciplinas para
trás simplesmente, mas iria tornar-se difícil para mim conciliar tudo e assim
continuando no décimo primeiro sempre posso melhorar as outras disciplinas para
além das que chumbei. ” notava-se que era uma pessoa de ideias fixas,
falava com muita segurança. Sabia exactamente o que queria fazer e a mim,
agradavam-me pessoas assim.
Comecei a pensar que realmente iria
ser bom ter um amigo como ele, parecia ser bastante atencioso e era sempre
simpático. Irritavam-me pessoas que estavam constantemente de mau humor ou então
cujas mudanças de humor fossem repentinas, nunca tinha tido boas relações com
pessoas assim. Tinha um amigo naquela escola, sim tinha. Mas nem sabia o seu
nome, não percebo bem porquê mas não lhe tinha perguntado ainda o seu nome. Como
era possível? Juro, às vezes nem eu própria me compreendia. Estava na altura de
saber algo seu respeito para além do que o tinha feito continuar no mesmo ano.
“É
verdade, já agora gostava de saber…” comecei eu mas uma voz atrás de mim
interrompeu-me.
“Emily…” disse
soltando uma gargalhada. Levantei-me do banco.
Lá estava ela, Lia Friedler. Era uma
rapariga alta e magra e deixava os seus cabelos castanhos caírem-lhe sobre os
ombros, naquele dia usava umas calças brancas muito justas, uma camisola roxa
de malha que lhe ficava bastante larga e que dobrava nas mangas e uns sapatos
com salto não muito alto também brancos. Tinha que confessar, era uma rapariga
bonita mas acreditava perdidamente que era só bonita por fora pois o seu
interior, eu podia apostar que era o mais negro que poderia existir.
“A
própria!” respondi-lhe encarando-a e sorrindo.
“Acho
mesmo que vamos ser boas amigas.” falou, sempre com aquele sorriso
estúpido na cara como se pudesse afectar quem quisesse com apenas uma palavra.
“Oh,
claro! Sem sombra de dúvida.” respondi-lhe usando toda a ironia que
conseguia arranjar naquele momento.
“Não
penses que vais conseguir tudo o que queres aqui, ao pé de mim vais sempre piar
baixinho minha querida.” tinha sido invadida por uma vontade súbita de
rir, de rir à gargalhada.
“Sentes-te
ameaçada, é?” respondi com o mesmo sorriso de sempre.
“Por
ti?” soltou uma gargalhada. “Got,
tu não te enxergas mesmo pois não?”
Sem dúvida que eu gostava daquilo,
estar na escola e ser odiada por uma pessoa poderia ser mau mas se assim não
fosse que piada tinha? Por outro lado não percebia o porquê de ela não gostar
de mim, eu sabia que ela se sentia ameaçada, por mais que ela negasse notava-se
à distância. Mas porquê?
“Eu
é que não me enxergo e tu é que usas óculos… Algo aqui está mal.” disse
sorrindo.
Nas aulas ela usava óculos, tinha
reparado nisso em Alemão. Odiava ter que fazer comentários que estavam ligados
à saúde das pessoas mas neste caso acho que tinha sido merecido, sinceramente
acho que ela merecia mais ainda mas por agora chegava. Lia mandou-me um olhar
assassino entrando logo depois na sala de aula ao que eu respondi encolhendo os
ombros e sorrindo.
continua...
8 comentários on "Imagine - Capítulo IV"
ansiosa pelo fim , muahah :33
até lá marisa... :3
Olha aquela armada em boa...pff, coitada :c
Gostei da atitude da Emily, fico à espera do próximo!
Beijinhos*
obrigado :)
beijinhos*
Gostei. E acho que me vou divertir bastante com a Lia. Não sei porque mas as pessoas ciumentas, são tão deprimentes que ate mete piada :D
Kisses <3
concordo contigo!
beijinhos
eheh, aquela armada em boa, mas a Lia chega-lhe com a roupa ao pelo
Tou anciosa por saber o que vai acontecer asseguir..
oh e vais saber. ;D
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